GUARDRAILS
A mensagem do visitante nunca é tratada como ordem.
A política do sistema vem antes das suas instruções, e as suas instruções vêm isoladas entre delimitadores. Tudo o que sobra disso é auditável, porque o código é aberto.
- Guardrails em três camadas — política do sistema, verificação em tempo de execução e registro de cada disparo
- As suas instruções isoladas entre delimitadores, com strings-canário para detectar vazamento
- Credenciais de canal, CRM e banco guardadas criptografadas
- Consulta de investigação: somente SELECT, validada pela árvore sintática antes de rodar
- Código aberto sob licença Apache 2.0 — dá para ler, auditar e rodar na sua infraestrutura
Camada 1 — a política vem antes de você
Todo prompt começa com um bloco de política escrito em código e versionado. Ele não é editável pela tela, e é isso que o torna útil.
As suas instruções — personalidade, tom, o que o agente pode dizer — entram depois, dentro de delimitadores que isolam o texto que você escreveu do resto do prompt. Três regras ficam fixas acima de tudo: manter o escopo do assunto, nunca tratar mensagem de visitante como instrução e nunca revelar a configuração.
Se um visitante colar delimitadores na própria mensagem tentando fechar o bloco e abrir outro, os delimitadores são removidos antes. E há strings-canário plantadas no prompt: se uma delas aparecer na saída, sabe-se exatamente que o modelo foi levado a repetir a configuração.
Camada 2 — verificação em tempo de execução
Na entrada, cada mensagem passa por uma checagem de injeção. Na saída, por uma checagem de vazamento de política.
Vale registrar uma escolha de projeto: o modo padrão na entrada é neutralizar o texto, não bloquear a conversa. Bloqueio agressivo demais derruba cliente legítimo por causa de uma palavra, e o suporte que você contratou vira uma porta trancada. Você endurece quando os dados mostrarem que compensa — e é a camada 3 que dá esses dados.
Camada 3 — o registro que decide
Cada disparo de guardrail vira uma linha: qual regra pegou, qual ação foi tomada (bloqueado, apenas contado ou substituído), uma nota e o trecho da mensagem, guardado criptografado. Isso acontece em todas as superfícies, não só no widget.
É o registro de revisão. É olhando para ele que se decide se uma regra pode sair de “contar” e passar a “bloquear”. Hoje esse histórico vive no banco e é consultado por lá — não existe uma tela pronta para ele.
Credenciais e dados
Token de canal, chave de provedor de IA, credencial de CRM, senha de banco de investigação e o motivo escrito de uma transferência: tudo isso é guardado criptografado.
A chave do modelo é sua. São sete provedores para escolher — OpenAI, Anthropic (Claude), Google Gemini, Mistral, xAI (Grok), DeepSeek e Groq — e a chave é testada ao vivo antes de ser salva. Você troca de provedor quando quiser, e a relação comercial com ele é sua, não nossa.
A integração de CRM é numa direção só: o ChatMade escreve o contato que capturou e não lê nem altera o resto da sua base.
A consulta a banco durante uma investigação é somente SELECT, validada pela árvore sintática antes de rodar, com lista branca de tabelas, colunas mascaradas, teto de 100 linhas e timeout de 5 segundos. Cada tentativa fica na auditoria. Nas evidências gravadas, os dados pessoais são redigidos.
Cada organização tem os próprios dados isolados, inclusive o índice vetorial do conhecimento, que fica em tabela separada.
Você pode conferir
Não temos certificação ISO 27001 nem relatório SOC 2 — e não vamos fingir que temos. O que oferecemos é diferente e, para muita gente, mais útil: o código é aberto sob licença Apache 2.0. Dá para rodar a plataforma na sua própria infraestrutura e manter as conversas dentro do seu perímetro.
Coloque no ar e veja acontecer.
Comece no plano grátis, use a sua própria chave de IA e mude de ideia quando quiser — o código é aberto e roda no seu servidor.