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ChatMade

AUTOATENDIMENTO

A mesma base que ensina a IA vira o seu site de ajuda.

Uma central pública, com a sua marca, no seu domínio, renderizada no servidor e indexável. E um botão de "Perguntar à IA" quando a busca por palavra não basta.

  • Subdomínio próprio ou domínio seu, verificado por TXT e CNAME, com status de SSL na tela
  • Páginas renderizadas no servidor, com sitemap e robots — o Google entra
  • Rascunho de FAQ gerado por IA a partir das suas fontes, com estimativa de custo antes de rodar
  • Importa artigos que você já tem e PDFs
  • Marca própria — título, descrição, logo, favicon, cor, links de topo e botão de ação (a partir do plano Base)

Um conteúdo, dois destinos

Você já vai alimentar o agente com site, sitemap, PDF e texto colado. A central de ajuda sai desse mesmo material, em vez de virar um segundo acervo que alguém precisa manter sincronizado na unha.

O que você edita na base aparece nos dois lugares. E a base é editável depois de importar: dá para corrigir um trecho, apagar uma página que envelheceu ou acrescentar uma subpágina sem recomeçar a importação — o que é raro, e é o que separa um índice vivo de um dump.

No seu domínio, achável no Google

A central roda como aplicação separada, servida por um subdomínio ou pelo seu próprio domínio. Para provar que o domínio é seu, você adiciona dois registros de DNS (um TXT e um CNAME) no painel de onde ele está registrado — é copiar e colar, uma vez. Enquanto o certificado de segurança é emitido, a tela mostra o andamento, para você não ficar adivinhando.

O HTML é renderizado no servidor, com sitemap e robots. Isso importa mais do que parece: central de ajuda que só existe depois do JavaScript não aparece na busca, e boa parte do seu suporte poderia ter terminado no resultado do Google.

Como as pessoas encontram

São dois caminhos, e é honesto explicar a diferença.

A busca da central é textual — casa palavra com palavra no título e no corpo do artigo. É rápida, previsível, e é o que você espera de uma busca de documentação.

O “Perguntar à IA” é o caminho semântico: o visitante escreve a dúvida como falaria, e a resposta é montada a partir das suas fontes. É opcional — você liga se quiser — e tem limite de uso, para uma central pública não virar uma conta de API aberta ao mundo.

Se você ativar a citação de fonte, a resposta mostra de onde saiu. Ela vem desligada por padrão.

FAQ que se escreve sozinha

A partir das fontes que você já carregou, a IA propõe perguntas e respostas. Antes de rodar, a tela mostra a estimativa de custo — porque quem paga o modelo é você, com a sua chave. E quando uma fonte nova termina de ser processada, um rascunho novo aparece esperando revisão.

É rascunho. Nada vai ao ar sem alguém publicar.

O artigo, por dentro

Cada artigo tem rascunho e publicado, slug próprio, meta title e meta description, categoria e ordem dentro dela. No pé fica o “isso ajudou?”, com contador — a lista dos artigos que mais decepcionam é o melhor roteiro de escrita que existe.

A aparência é sua: título, descrição, logo, favicon, cor, links no topo e um botão de ação apontando para onde você quiser. A marca própria entra a partir do plano Base.

Quando não resolve

Se a central não deu conta, o caminho é o widget, com o mesmo conhecimento por trás. E se o agente também não der conta, ele chama um atendente — desde que haja alguém online no horário comercial.

Código aberto

Coloque no ar e veja acontecer.

Comece no plano grátis, use a sua própria chave de IA e mude de ideia quando quiser — o código é aberto e roda no seu servidor.